O problema não era marketing. Era a ausência completa de um sistema de vendas.
Uma empresa de venda consultiva, com ticket unitário acima de R$ 100 mil, chegou na GREEKy assim: existia bem offline e queria vender online, mas não tinha nenhuma peça no lugar. Não era um caso de "melhorar o marketing". Era construir, do zero, uma operação comercial inteira, da geração do lead até o lead qualificado sentado na frente do vendedor.
O cenário: cinco zeros
Quando a gente abriu o jogo na primeira reunião, o mapa era esse.
Zero estrutura digital. Sem site otimizado, sem mídia social, sem landing page, sem campanha ativa.
Zero CRM. Nenhum sistema pra registrar lead, acompanhar negociação ou medir conversão. Todo contato virava anotação em caderno ou mensagem perdida no WhatsApp.
Zero processo comercial. Sem script, sem cadência de follow-up, sem régua de relacionamento. Cada pessoa do time vendia do seu jeito, no seu ritmo, sem controle.
Zero equipe de captação. Não existia time dedicado a gerar demanda, nem digital, nem presencial. A empresa dependia de esforço individual e indicação espontânea.
Zero previsibilidade. Sem dado nenhum. Sem saber quantos leads entravam, quanto custavam, onde travavam, por que não fechavam. Decisão por instinto, resultado por sorte.
A GREEKy não entrou como fornecedor. Entrou como motor de aquisição e organização comercial.
A intervenção: três pilares que se alimentam
A operação foi dividida em três pilares. Cada um alimenta o próximo: não são peças soltas, é um sistema onde a saída de um vira a entrada do outro.
Pilar 1: aquisição, digital e presencial no mesmo funil
Criar demanda onde antes não existia nada. A gente montou e operou dois canais simultâneos como um sistema único.
No digital: campanhas de mídia paga nos canais relevantes, landing pages com copy e estrutura de conversão, social criada e gerida do zero, e produção completa de material visual (banner, vídeo, criativo de anúncio).
No presencial: seleção, contratação e treinamento de 5 captadores de campo alocados em pontos de alto fluxo na região, parcerias fechadas com estabelecimentos comerciais, coordenação e supervisão diárias.
As duas fontes alimentam o mesmo funil. Não são canais separados, são entradas de um sistema só. Esse é o diferencial raro: pouca gente opera aquisição digital e captação de campo como uma coisa só.
Pilar 2: CRM e inteligência comercial
Organizar o que antes era caos. A gente implementou e operou toda a camada de tecnologia comercial.
CRM completo, com funis configurados, automações de nutrição e qualificação ativas, e integração total entre os canais digitais e o time de vendas. Atendimento automatizado no WhatsApp com IA pra qualificação inicial, resposta em segundos e não em horas. Dado centralizado: cada lead rastreado do primeiro clique (ou do primeiro contato presencial) até a sala de vendas, com VoIP gravado pra controle de qualidade.
Pela primeira vez a empresa conseguia ver quantos leads entraram, de onde vieram, quanto custaram, onde travaram e por que não avançaram.
Pilar 3: processo comercial e operação
Transformar improviso em método. A GREEKy não entregou um documento de boas práticas: construiu e treinou o processo na prática.
Processo de SDR estruturado do zero (quem faz o quê, quando, como). Scripts de abordagem, qualificação e follow-up criados, testados e ajustados com o time. Régua de relacionamento com cadência definida, sem lead esquecido e sem follow-up atrasado. Treinamento presencial do time comercial, com execução acompanhada, não teoria. E um time GREEKy dedicado: 1 designer, 1 coordenadora e 1 líder estratégico, com acompanhamento diário e canal aberto.
O que mudou
Antes, a empresa não tinha presença digital, não tinha dado, dependia de esforço individual e de sorte, não tinha equipe de captação, não tinha processo e perdia lead no WhatsApp. Previsibilidade: zero.
Depois, em poucas semanas, a operação de aquisição estava montada e ativa, com dois canais gerando leads ao mesmo tempo, CRM rodando com funis, automação e rastreamento completo, processo comercial desenhado e treinado, equipe de captação contratada e coordenada pela GREEKy, e dado real pela primeira vez: custo por lead, volume, origem, qualificação. O fluxo completo passou a funcionar: captação, qualificação, atendimento, sala de vendas.
O sistema não foi montado pra gerar leads. Foi montado pra gerar vendas com previsibilidade.
Os resultados
Os números abaixo são dos primeiros 60 dias, a fase de implantação e ramp-up, partindo do zero absoluto.
R$ 600 mil em vendas em 60 dias, com a primeira venda fechada antes de a operação completar dois meses. Um fluxo contínuo de visitas qualificadas passou a chegar na sala de vendas com perfil, interesse e dado registrado.
A operação segue ativa e em otimização. Os números são o começo da previsibilidade, não o teto: o sistema foi construído pra escalar.
O que este case prova
A GREEKy entra onde não tem nada e constrói tudo. Não pedimos estrutura pronta, time montado nem CRM configurado. A gente cria.
A operação é integrada, não são peças soltas: digital, presencial, CRM, processo comercial e treinamento, um sistema onde cada parte alimenta a próxima.
A GREEKy opera, não só orienta. Contratamos gente, treinamos time, acompanhamos a sala de vendas, gravamos ligação, ajustamos script. Não mandamos PDF.
E o resultado vem com dado, não com promessa: 1.800 leads, CPL de R$ 2 a 3, R$ 600 mil em vendas. Tudo medido, tudo rastreável.
Quando esse modelo funciona
Este não é um projeto isolado, é o jeito como a Studio opera. Faz sentido pra empresa que vende produto ou serviço de alto valor com ciclo consultivo, precisa de estrutura comercial real e não só de anuncio, e quer um parceiro que opere junto, não um fornecedor que entrega relatório.
A entrada pode ser por três caminhos: um Projeto Pontual, quando o que trava é específico; a Estruturação, de 60 a 90 dias, pra montar o motor completo; ou a Parceria Estratégica, com a GREEKy operando o dia a dia junto com você. Qual deles cabe no seu momento é o que a gente resolve na primeira conversa.
